terça-feira, 14 de maio de 2013

IV CONCURSO DE FOTOGRAFIA - 2013

" O MEU OLHAR SOBRE O MUNDO"

   A atividade lançada pelo grupo de Geografia pretendia desafiar a comunidade educativa a captar em registo fotográfico as melhores paisagens  e a elaborar um pequeno comentário às mesmas. Visava igualmente estimular a sensibilidade e criatividade dos concorrentes, promovendo o gosto pela observação fotográfica e a articulação com importantes valores e conceitos geográficos. 
  Os alunos participaram de forma entusiástica tendo sido selecionadas as seguintes fotografias:

  1º Prémio - Carla Afonso - 8º F. Escola Básica e Secundária de Celorico de Basto















2º Prémio - Maria João Pinto - 8º A. Escola Básica da Mota











3º Prémio - António Teixeira - 8º F. Escola Básica e Secundária de Celorico de Basto










O nosso agradecimento pelo vosso entusiasmo e dedicação à GEOGRAFIA!

Parabéns aos vencedores e a todos participantes!

PAA - Grupo 420

quinta-feira, 9 de maio de 2013


Confira aqui, concelho a concelho, o valor de uma factura para um consumo mensal de dez metros cúbicos de água (10.000 litros).







quarta-feira, 10 de abril de 2013


Barragens do país chegaram a Abril cheias a 95%
02/04/2013 - 12:21
As maiores albufeiras do país estavam cheias ou praticamente cheias e continuam a fazer grandes descargas.



Portugal chegou ao fim de Março com 95% da capacidade de retenção de água nas suas barragens esgotada. Pelo menos 17 barragens – mais de um quarto do total do país – estavam a 100%, segundo dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Perto do limite máximo, e acima de 95%, havia mais oito. E ainda 12 estavam entre 90% e 95%.
Entre as albufeiras mais cheias estão as maiores do país. Alqueva, no Guadiana – a com maior volume – fechou o mês a 100%. Na bacia do Tejo, a barragem de Castelo de Bode, a segunda em volume de água, estava a 97,5%. Cabril e Pracana, também na bacia do Tejo, situavam-se nos 97%.
O balanço mensal do enchimento das barragens feito pela APA pinta de azul 11 das 12 bacias hidrográficas monitorizadas. Isto significa que o nível de armazenamento total nessas bacias estava acima de 80%, chegando a 99,7% no Guadiana e 97,4% no Tejo.
O país todo está a ser afetado por cheias moderadas, resultado da combinação de um mês de Março chuvoso com um dia de precipitação muito intensa, no domingo passado. Esta terça-feira, ainda havia dezenas de estradas cortadas.
A chuva encheu as barragens em Portugal e Espanha e muitas delas têm vindo a descarregar grandes quantidades de água. A albufeira de Castelo de Bode continua a fazer grandes descargas, de modo a baixar o seu nível. “Tentaremos minimizar os incómodos para as populações, reduzindo, logo que possível, os caudais lançados por Castelo de Bode e, em consequência, os caudais lançados no rio Tejo”, informa a EDP, numa nota escrita enviada ao PÚBLICO.
A principal preocupação agora é esvaziar um pouco as barragens, de modo a criar mais capacidade de encaixe, caso seja necessário. Para quarta-feira estão previstos períodos de chuva e aguaceiros, por vezes fortes, em Portugal continental. A chuva deverá estender-se pela porção espanhola das bacias hidrográficas transfronteiriças.
Para já, a situação nas barragens está estabilizada e a melhorar. “Já não há afluências maiores do que as descargas”, afirma Rui Rodrigues, responsável pela monitorização das cheias na APA.
Em Castelo de Bode, o nível de enchimento desceu de um pico de 120,91 metros – atingido no domingo – para a cota 120,37 metros, registada na manhã desta terça-feira. São apenas 54 centímetros, mas que significaram retirar da barragem 22 milhões de metros cúbicos de água – ou 22 mil milhões de litros.
A EDP encara “com algum optimismo” a situação das suas barragens nas diferentes bacias hidrográficas do país, dizendo que nas do Cávado, Douro, Lima e Mondego a tendência é de normalização.
Chegar ao mês da Março com as bacias tão cheias como agora não é situação inédita. Nas últimas duas décadas, pelo menos em cinco anos – 1991, 1996, 2001, 2010 e 2011 – o mapa do país esteve tão pintado de azul como agora, com as bacias hidrográficas entre 80% e 100% da sua capacidade.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013



Censos em Portugal de 1864 a 2001
A descrição dos vários recenseamentos, que se segue, foi feita com base nas publicações respeitantes a cada recenseamento. As citações aqui transcritas são retiradas das respetivas publicações.
1864 – 1 de janeiro (I Recenseamento Geral da População)
Realizou-se o I Recenseamento Geral da População, tendo por base as orientações do Congresso Internacional de Estatística, que teve lugar em Bruxelas, em 1853.
1878 – 1 de janeiro (II Recenseamento Geral da População)
Efetuou-se o II Recenseamento Geral da População; embora mais completo que o anterior, quanto às variáveis observadas a aos apuramentos efetuados, ainda tem um conteúdo bastante reduzido.
1890 - 1 de dezembro (III Recenseamento Geral da População)
Realizou-se já com novas orientações metodológicas, de acordo com o Congresso Internacional de Estatística de S. Petersburgo, realizado em 1872; a caraterização da população e das famílias foi bastante mais completa.
1900 - 1 de dezembro (IV Recenseamento Geral da População)
A metodologia da recolha de dados, do seu tratamento e apresentação foi semelhante à do censo anterior, tendo-se, no entanto, registado algumas inovações.
1911 - 1 de dezembro (V Recenseamento Geral da População)
Manteve-se a metodologia e as variáveis observadas.
1920 - 1 de dezembro (VI Recenseamento Geral da População
Manteve-se a metodologia e as variáveis observadas.
1930 - 1 de dezembro (VII Recenseamento Geral da População)
Não houve grandes alterações nas caraterísticas observadas, continuando mal coberta a parte referente às caraterísticas económicas.
1940 - 12 de dezembro (VIII Recenseamento Geral da População)
Este foi o primeiro censo efetuado pelo Instituto Nacional de Estatística e é aceite como um marco na história dos recenseamentos portugueses. Adotou-se uma nova metodologia de execução. As caraterísticas económicas são definidas com maior rigor e consideradas como um elemento importante de observação.
1950 - 15 de dezembro (IX Recenseamento Geral da População)
Seguiu a metodologia do censo anterior mas com algumas inovações como, por exemplo, o surgimento da técnica das perguntas fechadas.
1960 - 15 de dezembro (X Recenseamento Geral da População)
Publicaram-se pela primeira vez dados retrospetivos. Os recenseamentos de 1950 e 1960 seguem, de perto, o conteúdo do de 1940.
1970 - 15 de dezembro (XI Recenseamento Geral da População) (I Recenseamento Geral da Habitação)
Realizou-se o I Recenseamento Geral da Habitação, juntamente com o da População; contudo, o programa audacioso que procurava dar resposta às inúmeras solicitações governamentais, não teve sucesso no plano executivo, em especial na totalidade dos resultados a divulgar.
1981 - 16 de Março (XII Recenseamento Geral da População) (II Recenseamento Geral da Habitação)
Realizaram-se os recenseamentos da População e Habitação que seguiram, de perto, as recomendações internacionais (CEE/ ONU) e fazem, em quase todas as áreas, uma aplicação rigorosa dos conceitos e uma grande desagregação geográfica dos respetivos dados.
1991 - 15 de abril (XIII Recenseamento Geral da População) (III Recenseamento Geral da Habitação)
Seguiu-se a metodologia de censo anterior, desenvolvendo-se no entanto algumas das vertentes de preparação da operação e do tratamento dos dados já iniciados em 1981.
Construiu-se uma Base Geográfica de Referenciação Espacial, constituída por um conjunto de suportes cartográficos contendo a informação que permite a divisão das freguesias em secções e subsecções estatísticas.
2001 – 12 de Março (XIV Recenseamento Geral da População) (IV Recenseamento Geral da Habitação)
A grande diferença dos Censos 2001, em relação aos seus congéneres, prende-se essencialmente com a inovação das tecnologias utilizadas (digitalização cartográfica, utilização de sistemas de informação geográfica, leitura ótica dos questionários, codificação assistida por computador e o reforço da correção automática das respostas incoerentes).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Eólicas à frente como maior fonte de eletricidade em Espanha
RICARDO GARCIA  Jornal "Público" - 04/02/2013 - 12:50
Aerogeradores ultrapassaram as centrais nucleares nos últimos três meses.


A energia eólica subiu para o primeiro posto das fontes de eletricidade em Espanha no último trimestre. Em Novembro, Dezembro e Janeiro passados, a produção dos milhares de aerogeradores do país ultrapassou a das centrais nucleares, que, apesar disso, se mantiveram à frente como a maior fonte de eletricidade ao longo do ano todo de 2012.
A energia eólica subiu em flecha consideravelmente nos últimos meses, chegando a 22% do bolo total em Novembro, 24% em Dezembro e 27% em Janeiro. Nesse último mês, em particular, a produção eólica ultrapassou pela primeira ver a marca dos 6000 gigawatts-hora (GWh) – o suficiente para abastecer todas as habitações do país.
“Isto demonstra que as eólicas cumpriram o seu dever e são uma realidade em Espanha”, refere a Associação Empresarial Eólica, numa nota na Internet. Segundo esta organização, que representa 95% das empresas espanholas do sector, a energia eólica permite poupar nas importações de combustíveis fósseis, nas emissões de CO2 e nos custos de saúde causados pela poluição. “A economia espanhola recebeu três euros por cada euro investido em incentivos às instalações eólicas”, completa.
A associação está neste momento envolvida num braço-de-ferro com o Governo devido a alterações no regime de tarifas que, segundo alega, tornará as eólicas insustentáveis.
A Espanha é o quarto país do mundo com mais capacidade em parques eólicos, com cerca de 22.087 megawatts (MW) instalados até meados de 2012. À frente estão a China (67.774 MW), os Estados Unidos (49.802) e a Alemanha (30.016).
Portugal está na décima posição, com 4398 MW. Em 2012, a energia eólica abasteceu 18% do consumo elétrico do país.

domingo, 27 de janeiro de 2013


Carvão vai ser tão usado como o petróleo em 2017
18/12/2012 – Jornal Público
Agência Internacional de Energia diz que consumo continuará a subir, sobretudo na China e na Índia, no meio de uma profunda transformação no mercado energético.
  
O carvão – o mais poluente dos combustíveis fósseis – vai praticamente igualar o petróleo como a principal fonte mundial de energia dentro de cinco anos.
De acordo com um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), o consumo de carvão, que cresceu 4,3% entre 2010 e 2011, continuará a subir a um ritmo de 2,6% ao ano até 2017. O aumento virá sobretudo dos países em desenvolvimento – especialmente da China e da Índia. E mesmo que se preveja uma queda nos países em desenvolvimento, o saldo positivo porá o carvão lado a lado com o petróleo como fonte energética de eleição.
O cenário de médio prazo da AIE para o carvão traça um mercado em profunda mudança. Os Estados Unidos precisam cada vez menos de carvão, devido à exploração crescente de gás de xisto – uma forma não-convencional de gás natural, que está a revolucionar o panorama energético norte-americano. Enquanto o gás substitui o carvão nos EUA, na Europa a tendência está a ser contrária – com a importação dos excedentes norte-americanos a preços que caíram cerca de 35% entre 2011 e 2012.
Ainda assim, o aumento do consumo previsto na Europa é pequeno – 0,4% por ano até 2017 – e nos países da OCDE em geral, o que se antecipa é uma queda de 0,7% por ano.
Do outro lado do mundo, o carvão continua a ser o motor energético do crescimento das economias emergentes. A China já ultrapassou o Japão como o maior importador mundial de carvão. Em 2014, mais da metade do carvão consumido no mundo estará a ser utilizada nas centrais térmicas e fábricas chinesas.
Na Índia também se prevê um crescimento acelerado, com o país a ultrapassar os Estados Unidos com segundo maior consumidor de carvão dentro de cinco anos.
Na prática, até 2017 estarão a ser queimadas 1200 milhões de toneladas a mais de carvão por ano em todo o mundo, em comparação com os dias de hoje. Em cerca de uma década, segundo a AIE, o carvão já será a principal fonte mundial de energia – a despeito dos seus potenciais danos ambientais, em especial as emissões de CO2.
Dois travões ao carvão não estão neste momento a funcionar. O mercado de carbono está em baixo – em especial, o Comércio Europeu de Licenças de Emissão, com preços do CO2 que desestimulam esforços para a redução das emissões. E o uso da tecnologia de captura e sequestro de carbono, que permitiria recolher o CO2 nas chaminés e enterrá-lo no subsolo, não está a avançar.
Sem isso, segundo a AIE, apenas a competição pelo preço – como está a acontecer nos Estados Unidos – pode limitar o uso do carvão, em favor de outras fontes de energia menos poluentes, como o gás natural ou outras alternativas. “A Europa, a China e outras regiões deveriam tomar nota disto”, diz a diretora executiva da AIE, Maria van der Hoeven, num comunicado.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012


Chegados ao final de mais um período letivo e ano civil, é tempo de aproveitar o merecido descanso e de viver o espírito natalício em pleno.
Neste sentido aproveito a oportunidade para vos Desejar um Feliz Natal...bem quentinho, junto dos que vos são mais queridos, com Paz, Saúde e Esperança. Que 2013 seja um ano repleto de sucesso e de realizações pessoais! Abraço